22 de agosto de 2008

R: beatas, ora pois!

Conto-as, chocada. Pareço tolinha mas não me interessa.
Os meus pais e a minha avó nunca me admitiram sequer a possibilidade de deitar lixo para o chão. A minha avó, quando via bem e via alguém a deitar algo para o chão, não hesitava em se aproximar do porcalhão e dizer que a rua é de todos. Admiro-a. Eu fico a olhar, horrorizada. Estamos no século XXI e ainda existem pessoas que não conhecem o conceito de pequenos actos.
Não digo que os fumadores (parte deles, claro) sejam os únicos a sujar o chão mas são com toda a certeza os que o fazem mais descontraidamente, vezes e vezes seguidas. Eu vejo. Acabam o cigarro e a beata tem lugar guardado no chão (e o chão é tão grande e eu sou mesmo mesquinha), mesmo que a dois metros dum caixote do lixo. Porque sim. Porque até se apaga com o pé e pronto. Porque estando no chão já não lhes pertence. Ou porque lançadas por uma janela ganham asas e voam felizes até ao país das beatas.
Uma beata é só uma beata. Mede uns centímetros porra, e é biodegradável. E eu é que tenho este mau feitio. E se for a multiplicar as beatas que um fumador deita para o chão num dia pelos dias em que o fez e os anos há que fuma, ó minha gente, é tão pouco!!! E multiplicado por todos (quantos?) os fumadores que o fazem, pfff... quando acabar a conta já elas se degradaram todas todinhas e adubaram a Terra!

Se há coisa de que tenho a certeza hoje, é que a tolerância consiste em aceitar e respeitar as diferenças, e não fechar os olhos fingindo aceitar o inaceitável.

A rua é de todos e também é minha.

41 comentários:

sapatinhos de verniz disse...

Se fossem só as beatas, os papeis, as chicletes, etc...
Mas são também colchões, sanitas, carcaças de carros, etc...
O pior é a atitude e a postura das pessoas, que neste país tão pequenino continuam a achar que isso é algo normal!

Li*Azevedo disse...

estou plenamente de acordo com as 2 meninas.
que isto enerva, enerva.

AnaBond disse...

assino por baixo de ti e da outra menina...

o que isso me irrita... profundamente.

Anónimo disse...

Caramba mulher, os fumadores passam a vida a levar com os ódiozinhos de estimação dos outros. Antes era porque fumavam em espaços fechados, agora fumam ra rua. Não conheço um único fumador que não respeite a lei e que não a compreenda.
Agora são as beatas no chão!!!! Não é bonito, de facto, mas tem uma explicação, de certa forma louvável, que provavelmente não te ocorre porque não fumas: Na rua há caixotes do lixo, não há cinzeiros, e é difícil ter a garantia que uma beata está realmente bem apagada, pelo que se os fumadores as deitassem no lixo público (onde os mesmo fumadores e as pessoas civilizadas em geral colocam os papeis, lixo indiferenciado e outras matérias inflamáveis) corriamos sérios riscos de começarem a arder uns quantos caixotinhos: Ou achas porventura que os fumadores são os maiores porcalhões da história da humanidade e responsáveis pela enorme quantidade de lixo que se vê na rua? Eu fumo, deito beatas no chão, e a minha mãe e a minha avó foram tão cautelosas na educação que me deram como as tuas.
Com essa cena meio paranóica de andares a contar as beatas, corres sérios riscos de esbarrar contra um poste e esmurrar o nariz...
Vamos com mais calma com as raivinhas, Natacha. Não és tu a mulher docinha, sensivelzinha, e iadaiada?.

nat disse...

Anónimo:

Eu juro que pensei na mania da perseguição que alguns fumadores têm mas achei que não vinha ao caso;

Eu juro que pensei escrever "E não me venham com a conversa de que deitar beatas no caixote do lixo causa incêndios!" mas parti do princípio que toda a gente sabe apagar um cigarro. Peço desculpa.

E juro que pensei que o meu plano maquiavélico de convencer os leitores do meu blog de que sou um docinho de pessoa, sensivelzinha, um anjo de um metro e vinte, sardenta e rosadinha, calma, paciente e dona dum tom de voz infantil estava mesmo a resultar!

ONDE FALHEI EU? ONDE???

Vou ali chorar um bocadinho.

natA disse...

Nat,
Concordo inteiramente contigo...
Sei que não és um anjo de um metro e vinte, sardenta e rosadinha...
Mas sei que és um doce...
Só é pena que fumadores anónimos, e "cheios de razão" tenham comportamentos destes...
E também é pena que por causa de anónimos como estes, que não querem "incendiar" um caixote do lixo incendeiem uma floresta...

Quantos fogos começaram assim?

Como alguém que eu conheço costuma dizer "os meus pais deram-me educação, não quer dizer que a use"...

Será o que acontece com os beateiros?!?

acho que é pura preguiça...

...

beateiro disse...

Eu, tal como o anónimo também deito beatas no chão. Com tantas que por aí há, alguém tem de se assumir... Mas vou mais pela via da paz: VOTO pela ideia do "Beatão" espalhado pelas ruas. De facto, Nat, é fácil uma beata parecer apagada e não estar. Não é falta de jeito do fumador, é apenas porque o tabaco não é um pavio de vela, que visivelmente está apagado ou aceso... mas não vale a pena aprofundar muito o assunto: É uma questão de conhecimento de causa.
Não tenho prazer nenhum em deitar beatas no chão. Nem as acho bonitas lá plantadas apesar de biodegradáveis. De qualquer forma, não tendo a mania da perseguição, acho que uma certa tolerância para com os outros não fica mal. Afinal de contas também terás os teus pecadilhos.Ou és tu própria uma beata? Fica em paz.

nat disse...

Não sou beata, SOU SANTA!

:)

Vou dar aqui um exemplo muito simples: eu até 1998 só reciclava o vidro. Depois fui à EXPO98 e acordei para a vida. Assumi o meu erro, comecei a separar o lixo em casa e sinto-me menos culpada até hoje. Se cada um se responsabilizar pelos seus actos e acreditar que os outros também o farão, as coisas mudam.

Não pretendo de maneira nenhuma provocar ou ofender alguém com este post. Nem tão pouco estou à espera que todos concordem comigo, claro. Acontece que um blog serve para isto mesmo. E eu sinto-me revoltada por andar em ruas imundas. Ruas que eu não ajudei a poluir. Sou intolerante por isso?
Incomodam-me seriamente as beatas no chão, mas eu tenho problemas mentais que já são públicos há que tempos. Assumo! Incomodam-me, saltam-me à vista, conto-as, imagino quantos meses terão pela frente, quantas têm de se juntar para entupir uma rede de canalização, imagino que bem que estariam dentro do lixo (ou do cinzeiro mais próximo, ou na mãozinha até se apagarem de vez). É verdade! E agora que se fuma mais à porta dos cafés e restaurantes e empresas e etc. e sendo que a maioria não tem cinzeiros à porta, as beatas multiplicaram-se por muito! E a minha neurose não resiste...

Cabe a cada um decidir o que fazer ao lixo que produz. Que a culpa da poluição da Terra não é exclusivamente dos fumadores, é um facto, mas que é mais deles do que minha.... lamento informar.

Uma não-fumadora. disse...

Ao beateiro:

Gostei da ideia de cinzeiros espalhados pelas ruas, tal como os caixotes do lixo. Era, sem dúvida, uma boa solução para o problema!

Não percebi o porquê da conotação negativa da "beata" no final. Querem ver que agora ser uma pessoa boa, correcta e com poucas falhas na sua conduta é uma coisa má? Enfim.

---

De qualquer forma, como provavelmente durante os próximos tempos os ditos cinzeiros não irão existir, acho que a Nat está cobertíssima de razão.

O fumador conscencializado ou não, é responsável também pela beata que deixa nas ruas. É tão responsável quanto uma pessoa que come um pacote de batatas fritas
e não o atira depois ao chão. É tão responsável quanto uma pessoa que vai ao continente e traz um saco biodegradável (parece-me ser esta a desculpa "chave" dos infractores) e não o atira para uma valeta. A beata não deixa de SER LIXO, biodegradável ao não, lixo produzido por quem FUMA e não cabe aos outros levar com ele!
Há, sobretudo, desinformação e falta de educação das pessoas que acham muito correcto deitarem beatas ao chão, sob pretexto de evitarem incêndios. Podem perfeitamente apagá-las no chão (ou num muro, num passeio, ou mesmo num cinzeiro de um café!)e depois atirar a beata ao lixo.

Querem fumar? Muito bem, cada um faz o que bem entende. Mas sejam também responsáveis pelos vossos actos!

maria disse...

eu cá sou fumadora e acho que a culpa é mais dos chicleteiros e dos batatafriteiros do que minha. e dos donos de cães (caezeiros)?! nem se fala. e assim por diante.

esta coisa de fazer do grupo dos fumadores um grupo de maus todo assim por inteiro é muito maçadora.

tantas vezes procuro um daqueles caixotes do lixo com uma pecinha de metal para apagar o cigarro. sim, porque não atiro cigarros pela janela fora, que eles não teem asinhas, e ainda bem. uso cinzeiros.
só que na rua só mesmo os caixotes da pecinha de metal garantem a boa apagadela da criminosa.

mas alegremo-nos pois com certeza há quem ainda quem vá mais longe e ache que os fumadores não deviam ter cinzeiros para não fumar, e não fumando nunca sujariam.
mas, espera...será que os donos de cães não deviam ter cães para não... sujar? e assim por diante?

eu cá digo abaixo as chicletes e os pacotes de batatas fritas.

mariazinha disse...

nat:
isso de "tão bem que estariam as beatas na maozinha até se apagarem de vez"... é assim um bocadinho assustadorzinho. agora imagino eu... a maozinha, queimadinha, com uma beatazinha ainda meio acesinha... e o fumadorzinho a dar gritinhos para dentro mas muito limpinho... toma lá fumadorzinho, fuma o teu cigarrinho na rua mas apaga a beatinha na maozinha. credo.

nat disse...

Maria, não vou transcrever o post. Eu referi-me a parte dos fumadores, os que atiram as beatas para o chão. Que, na minha opinião são tão culpados do lixo nas ruas como os restantes eiros.
Não é nada contra os fumadores em geral!!! Tenho amigos fumadores!!! E adoro-os!!!

Mariazinha, credo digo eu! Quando digo na mãozinha até se apagar de vez, digo apagar o cigarro e, como há o risco de ele se reacender, esperar até poder deitá-lo ao lixo. Não vejo mal nenhum nisso! Eu seguro o meu lixo na minha mãozinha até ao caixote mais próximo. Referias-te a apagar o cigarro com a própria mão? Queimar a mão? Achas que eu sugeriria uma coisa dessas?

Hoje sinto-me especialmente mal interpretada. Mas não retiro uma vírgula. É só a minha opinião e não insultei ninguém.

Obrigada a todos!

anti-vitimização disse...

Eu não fumo, logo não deito beatas para o chão. Não garanto que todos os que não fumam não o façam. Não ponho as minhas mãos no fogo que algum fundamentalista anti-tabaco que conduza um carro emprestado de um fumador, enojadinho com o cheiro do cinzeiro, não o despeje na via pública. Também não aponto o dedo com um ar afrontado a todos os comportamentos alheios de minorias, ou maiorias, ou aficcionados ou viciados, só porque não os pratico. Não sou melhor que ninguém por isso, e muito menos intitulo posts acusadores com a etiqueta de "odiozinhos". E sabes porque é que não devias fazê-lo Nat? Porque ofende, e isso não é próprio de alguém que se auto-intitula SANTA. Eu não sou santa. Tenho milhares de defeitos, cometo imensos erros e tento fazer o melhor que posso, sei ou me apetece, sem desrespeitar os outros que têm comportamentos que considero "nojentos" e pobrezinhos, porque também gosto quando existe essa compaixão para com os meus comportamentos.
És pretenciosa nos teus posts várias vezes, sim. Fazes o papel da "boazinha" sim e tens a mania que tens sempre razão, também. É uma pena, porque és uma boa artista, pretenciosa à mesma, mas boa (até na forma singular com que contestas ensinamentos de que não se deve riscar sempre na mesma direcção - quem és tu para achar isso? porque é que está mais certo não riscar sempre na mesma direcção? Porque o consideras um acto de liberdade artística? A liberdade é isso mesmo: Riscar sempre na direcção que se quiser, mesmo que a direcção em que se quer riscar seja sempre a mesma).

hpinto disse...

Mas porque é que os fumadores se "picam" tanto... claro que não são todos, assim como nas mais diversas categorias, sejam elas quais forem, não se pode generalizar.

Eu penso ter percebido a "mensagem" da Nat. Às vezes as mensagens podem é ser logo mal interpretadas por quem afinal até tem mesmo a mania da perseguição...
Fumadores inteligentes, civilizados e respeitantes da liberdade dos outros (sabem, aquela que começa onde a nossa acaba - ou vice-versa) não se devem ter "picado" com este tópico.

Ninguém quer que deixem de fumar! Ou melhor, eu não quero pelo menos! Mas quero que deixem de fumar pertinho de mim e quero que deixem de mandar o fumo para cima de mim - é por isso que o meu marido não fuma muito perto de mim nem da minha filha e quando está em casa vai fumar para a janela - por enquanto vai tendo respeito por nós e sabe entender que o facto de ele não resistir a um cigarro (assim como a mim me custa resistir a um café ou a um gelado) não me obriga a mim a ter de "levar" com o fumo e com o cheiro.

O que eu entendo daqui é que há que respeitar o "espaço" dos outros e isso inclui o conceito de liberdade. A rua não é só daqueles que mandam o lixo para o chão (beatas incluídas) logo, para aqueles que deitam beatas para o chão acho que a mensagem é: respeitem o espaço comum, que é de todos.

hpinto disse...

Gosto da Nat.
Conheci-a pessoalmente e gostei de constactar que correspondia à imagem que tinha dela do blog.
Não estou aqui para defendê-la, assim como não defendo ninguém - a não ser que mo peçam.
Não coloco a não no fogo por ninguém - nem mesmo por mim.

Até agora não conheci ninguém que fosse santo - a Nat inclusivé ;o)
Até nisso lhe acho graça - na ironia e alguma "leveza" com que consegue responder a certos comentários (se fosse eu talvez já estivesse a "asneirar"...) mesmo que adivinhe que por trás do seu ecrã ela esteja a ferver ;o)

Mas confesso que ainda acho mais piada às pessoas que aqui vêm comentar e que colocam "alcunhas", "nicks", nomes falsos e afins sem terem a coragem de se identificar...

Que eu saiba a Nat é humana. Não é santa e pelo que dela conheço não pretende sê-lo (ou andas a enganar-nos miúda?!!!). Os blogs não servem para passar apenas o nosso lado bom ou o nosso lado mau (ou menos bom, conforme a perspectiva...), servem para passar aquilo que o autor quiser. No meu passo essencialmente o trabalho artesanal que faço mas também falo de algumas coisas boas ou menos boas que me vão acontecendo.
Há pessoas que de facto se acham donas da verdade. Não me parece que a Nat seja dessas.
Tenho aprendido bastante com esta miúda. Já com vocês que aqui vêm dar a vossa opinião mas "camuflados" não se aprende nada :op

Já agora deixo aqui um meu "ódiozinho" - as pessoas que gostam de se fazer de vítimas...

nat disse...

Anti-vitimização:

Partindo do princípio que não sabes o que é uma ironia (aquilo da santa), concluo que não estavas a ser retórica com a chuva de perguntas e sendo assim, passo a responder. Estarei a ser pretenciosa com esta minha conclusão?

1. Quanto à etiqueta "odiozinhos", cada um interpreta como quiser. Chamei-lhe assim porque é para assuntos que me revoltam, me fazem ferver por dentro. Mas nada de grave. Será mais preocupante o dia em que criar a etiqueta "Quem me dera pegar numa metralhadora e sair a matar toda a gente diferente de mim!" (atenção que estou a ser irónica, o que significa que não vou fazer nada disso).

2. Quanto a ser santa, acabo de ver que tu, não o sendo, reúnes todas as condições para o ser. Meus parabéns pela tolerância e compreensão, embora nenhuma delas seja dirigida a mim. Não sou merecedora, paciência... (olha a ironia outra vez!)

3. Sou pretenciosa? Enerva-te a minha postura e o que eu digo e este meu maldito tom irónico? Então aconselho-te a não voltar aqui. É o que eu faço quando não gosto de um blog e resulta. Não me identifico, então não volto. É a tal liberdade...

4. Obrigada por me considerares uma boa artista e mo dizeres. Agora não estou a ser irónica. Obrigada.

5. Quanto ao post sempre na mesma direcção, sugiro-te que o voltes a ler.

6. O papel da boazinha assenta-me naturalmente, que hei-de eu fazer? (Dá-me licença que vou só ali fumar um cigarro e ver se a picanha já está grelhada. AH! E agora? Será ironia minha? Será que este blog sou eu chapadinha? Acreditas em tudo o que lês?)

7. Aqui vão dois dos meus grandes defeitos: Eu penso (ou sinto, não sei) nas coisas duma maneira diferente. Não é que goste! Sou assim. Às vezes dava-me muito jeito e menos trabalho ser igual à maioria. Não tinha de passar por este momento em que te respondo quando já podia estar a dormir, por exemplo. Segundo grande defeito, não bastando ser meia parva, com ideias estranhas e postura esquisita perante a vida, ainda faço questão de me expressar! É que se estivesse quietinha e hoje dissesse só, por exemplo, que o Nelson Évora é mesmo bonito e que me regalo a olhar para ele a correr - nem precisa de saltar! - a esta hora já estava na cama a sonhar com ele.

8. Por fim e, para mim, o mais importante: eu esforço-me mesmo e muito por ser uma boa pessoa. Não nasci boa, juro (ALERTA IRONIA)! Esforço-me por não prejudicar os outros. Por ser simpática e educada, por ser correcta. Enfim, sou uma burra que segue aquilo em que acredita. Ainda que tenha ataquinhos de raiva interiores e os despeje no meu blog, acabando por afrontar pessoas que estão à espera desde Maio para me dizer que sou pretenciosa.
Mas deixa-me acabar dizendo-te que não se deve julgar as pessoas pelo que escrevem nos blogues. Isto tudo cria muitas vezes grandes ilusões. A ilusão, por exemplo, de que eu acho que tenho sempre razão e que estou à espera que todos concordem comigo. Para não falar da triste ideia de que eu sou só o que está aqui escrito.

Agora vou dormir.
Boa noite.


Lena, obrigada querida. Já te faço a transferência bancária...

:)

Alecrim disse...

Eu já uma vez disse à Nat: "alguns desses teus odiozinhos incomodam-me". Lembras-te, Natacha? Mas era eu, Alecrim, na altura com blogue público, perfeitamente identificável. E isso faz toda a diferença em relação a estes comentários anónimos, acho eu. Nem sempre se concordo, mas a gente não esconde a cara para dizer que não concorda.
Eu não fumo, mas até compreendo os argumentos dos fumadores. O que não compreendo é estes vossos súbitos odiozinhos libertados no escuros - e não falo dos da Nat.

Um beijinho, minha amiga Natacha.

maria disse...

Nat:
sim, é verdade, parte dos fumadores.
este post foi curioso porque tanto levantou fortes e irónicas vozes de fumadores como de não fumadores. acho que o odiozinho, a existir, manifestou-se em ambos os grupos.

aparte considerações sobre reais santidades e beatérios - porque de facto não te conheço - a ironia também lá está, nos posts dos "outros".
também é engraçado ver como as nossas palavras são entendidads fora do contexto de quem as diz - ou seja, entendidadas por quem não nos conhece. e isso aplica-se a todos, diariamente, neste meio.
é útil, até, para revermos, ou não, a nossa forma de expressão.
´
a ironia é tramada. já dita o é, quanto mais escrita. é poderosa, é linda, e é complicada.

quanto aos anónimos - sinceramente, que diferença faz alguém que não tem um blogue e gosta de ler o da nat, assinar anónimo ou assinar o seu nome ou de outro? que diferença faz para alguém que não seja para o próprio?
não entendo a razão de tantos bloggers se insurgirem contra os comentários de anónimos quando perfeitamente enquadrados no tema e regras.

para acabar: gosto da tua forma directa de escrever neste teu espaço a que todos temos acesso. não gosto de odiozinhos, mas tenho alguns. os teus odiozinhos não me fizeram deixar de "te" ler e ver de vez em quando, e pelos vistos, mesmo sendo eu do grupo dos "outros", vou gostar de continuar a ler-te.

mesmo se não me identifico com a tua pintura. gostava de ver uma pessoa que desenha tão bem sair do mesmo tipo de bonecos. gostava de ver mais. mas isso, sem ironias, é a tua arte, a tua vida,a tua liberdade. e que bom fazeres o que gostas. parabéns.
até breve.
maria

nat disse...

Bom dia Maria :)

É verdade, corremos sempre o risco de ser mal interpretados. Usando ironia ou não e especialmente quando lidos!
Não temos todos os nossos odiozinhos? Eu assumo parte dos meus aqui, a parte que me parece interessante e/ou aceitável tornar pública. E tenho a sensação de que se não tivesse criado a etiqueta, pouca gente se revoltaria. Mas adiante.

Quanto aos comentários anónimos, a mim não me incomodam nadinha. Acontece que os maiores insultos e comentários inflamados que descambam para as acusações pessoais ao dono do blog sobre assuntos que não vêm à baila são, de facto, feitos por pessoas que se escondem no anonimato ou num nome falso. O que muitas vezes revela alguma cobardia. A pessoa enche a boca para descarregar o que lhe vem à cabeça mas não se atreve sequer a assinar com o seu primeiro nome. Dou-te aqui dois exemplos de comentários menos felizes no meu blog, que não se comparam às coisas horríveis e inacreditáveis que eu já li em caixas de comentários de outros blogues...
São eles o de um anónimo, logo o primeiro, e o da
Petra.

Obrigada pelas tuas palavras!

anti-vitimização disse...

Olha, Nat, vamos lá por partes: Como sabes o blogger permite milhentas formas de acesso aos blogs, desde o acesso restrito, à não permissão de de comentários anónimos, ou inclusivé aos comentários moderados, bem como a não se poder comentar de todo, portanto, para quem se afirma tão respeitador da liberdade alheia, presumo que se manténs todas as portas abertas, não o fazes para que te venham aqui apenas massajar o ego num acto de auto-masturbação, mas porque gostas de ouvir todas as opiniões. Por isso essa desculpa clássica de que quem não gosta não vem cá mais, enxotando quem discorda de ti, assenta-te muito mal. Era o mesmo que os fumadores beateiros te enxotarem da rua, por causa do teu problema mental público de andar a contar beatas na via pública, ou de as pessoas a quem os gordos repugnam não te permitirem que lhes atravessasses o ângulo de visão. A internet também é de todos e cada um segue os caminhos que quer. Não me parece que as beatas no chão intrefiram com a tua liberdade em nada. Podes andar na rua à mesma, mesmo que te repugne, assim como mesmo quem não gosta (mesmo que pontualmente) pode sempre cá voltar. Com a vantagem que ainda te resta ti, como autora do blog de restringir acessos.
Como deves calcular, se alguém não tem um blog, pode assinar como quiser, sem que isso seja um acto de cobardia, ou esperavas o quê? nº de BI, nomes completos e contribuinte fiscal? Tem paciência e sê COERENTE.
Parece-me é que tu tens um problema sério com a porcaria, que lidas mal com ela na sua generalidade de forma extrema... só isso justifica as lavagens rectais que publicitas, e que como sabes são totalmente anti-natura, sendo que o mais natural possível também é algo que está nas tuas convicções

bijus da Margarida disse...

Eu fui fumadora durante 1 5 anos, como todos os fumadores deitei beatas para o chão, até me parece que é mesmo uma questão cultural, ora vejamos:
- há uns anos fumava-se em todo o lado, eu comecei a fumar na escola, na sala de aula (tinha a mania que era irreverente)
- deitavam-se as beatas par ao chão
- os cafés que tinham mais pacotes de café no chão era o sitio onde o café era melhor.
- Era normal ir de carro e atirar coisas pela janela
- lembro-me de ir à praia e no sitio onde estendia a toalha tinha de apanhar papeis, beatas e outras coisas do género.
Já estou a ficar velha, mas estou certa que muitos se lembram que isto era assim mesmo.
Lembro-me de ir a Londres Há já uns 10 anos e
- ter de procurar onde apagar a beata, já era crime em Inglaterra nessa altura deitá-la para o chão,
- achar muito estranho não se fumar na estação do metro...
Hoje em dia deitar papeis para o chão pode ser punido por coima, e de facto deitar beatas para o chão é uma porcaria, se não vejamos algum fumador deita beatas no chão de casa, nas escadas do prédio ou gosta que à sua porta esteja um monte de beatas? Quem dos fumadores que vão à praia gosta de encontrar o sítio onde se vai deita conspurcado pela beata castanha que esteve na boca de outro?
Que fazer às beatas?
- Um dia o meu marido ofereceu-me um cinzeiro de bolso, daqueles com tampa e tudo,
- quando fui a Londres apagava o cigarro onde calhava, no passeio, na sola do sapato e depois procurava o caixote mais próximo.
Fumar é uma decisão de cada um, mas qual é o direito do fumador de incomodar o outro, e se o meu vicio for comer chocolates posso deixar o papel no chão? E se for heroína deixo a seringa à porta de alguém???

anti-vitimização, em pensamento disse...

Toma que te calei agora! Que te chamei gorda e falei do teu recto e dos teus problemas mentais e ainda juntei masturbação (que jogada de génio!) e mais umas quantas acusações, baseada em tudo o que li no teu blog! Toma! Bem feita! Espero que te tenha ofendido! E podes responder-me que eu estou aqui prontinha para que a última palavra seja a minha! Atreve-te a responder-me! Atreve-te!
Ai bendito blog este onde descarrego todo o meu ódio. Já me sinto mais leve! Upa!

hpinto disse...

...em pensamento tb, já que estou aqui, num belo dia de praia a trabalhar porque tem de ser - apesar de já ter estado refastelada na areiazinha branca de uma bela praia ainda há bocado - a pensar para comigo que não estava a conseguir resistir vir espreitar o "belogue" da "minha querida" Nat para ver se as "alminhas tristes que por aqui andam à procura de emoção" - já que devem ter tão pouca na própria vida e tão pouco que fazer... - voltaram para aquecer os ânimos!!!
E agora pensando alto :o) eu ou menos assumo que visitar este blog faz parte dos meus "vícios diários", ou não tivesse o link para aqui escarrapachado na minha página!
Estou realmente a aperceber-me aqui de algumas pessoas com problemas mentais mas a Nat não me parece, de longe, a pior!

Na falta de resposta responde-se em pensamento...
Não me parece que deixasses a Nat sem resposta, embora entenda que ela possa não querer responder-te.

Bom Nat, obrigada pelo que já me transferiste mas como vês vais ter de pagar mais qualquer coisita!!! Que tal uns rabiscos teus numa parede lá de casa? ;op

anti-vitimização disse...

Ora bolas Nat, tinha isto terminado tão compostinho a acabar com um comentário em tom irónico fazendo-se passar por mim em pensamento, e logo tinha que vir aqui a tua amiga estragar tudo!!!!

"Na falta de resposta responde-se em pensamento...
Não me parece que deixasses a Nat sem resposta, embora entenda que ela possa não querer responder-te."

HPinto: qualquer pessoa percebeu que a anti-vitimização em pensamento, não foi um comentário da minha autoria, mas mais um comentário irónico (aquele tipo de discurso em que a tua amiga Nat é tão versada), por isso, se continuas sem entender, quando ela for ai a casa fazer desenhos, pede que te faça um esquemazinho explicativo do que é o discurso irónico.

É que assim isto é uma maçada, e eu já não brinco mais (mentira, a verdade é que de repente surgiu-me uma oportunidade de arranjar uma vida e deixar de ser esta víbora desgraçada que vem para aqui despejar raivinhas e recalcamentos interiores - IRONIA, vês, HPinto? Isto é ironia!)

Dizia eu, já não brinco mais porque a autora não lida bem com opiniões contrárias à dela, e a advogada de defesa não entende nada do que é dito, mas gosta muito da Nat, muito, muito, muito, e isso a gente já sabe).

hpinto disse...

Opá, estragaste a brincadeira (agora sim respondendo à própria)!
Aqui a HPinto se calhar até tinha percebido ;op
Fica-se sem saber porque agora vou jantar :o)

Tb percebo de ironias - às vezes posso não entender as coisas à 1ª, tb sou um bocadinho burra de vez em qd ;op mas tb sei fazer umas ironias jeitosas.
Mas a minha área são mais as artes, não as lides jurídicas - advogada não por favor!!!

E a "querida" (ou querido ou seja o que for) que comentou aqui mesmo acima enganou-se: eu não gosto muito da Nat, muito, muito, muito; apenas gosto muito, curto a miúda, acho-lhe piada :o)
Quem sabe me encontra-se frente a frente contigo não te achava alguma tb :o)))

hpinto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
bijus da Margarida disse...

O estranho é que há pessoas que vêm aos blogues "descarregar" raivas e odiozinhos, o engraçado é que essa forma de "acalmar" as raivas e os ódios são contra pessoas que nem conhecem e as que fazem os comentários não se dão a conhecer.
Parece-me que é algo do género:
o jantar queimou, vou ter de fazer ovos mexidos ou pedir uma pisa, fiquei irritada, então vou ali ao blog da Nat dizer mal dela sob a capa do anonimato, afinal não faz mal, não a conheço, ela até parece ser daquela pessoas bem sucedidas que não queimam o jantar e assim fico mais leve, toma que é para veres o que uma pessoa mal resolvida com a vida é capaz de dizer.
Eu não conheço a Nat, mas venho aqui muitas vezes, gosto dos desenhos dela, da maneira como escreve e como vê a vida, parece-me uma pessoa que faz o que gosta e luta pelos seus ideais de uma forma que a minha avó chamaria "de pelo na venta", gosto de pessoas assim , nem sempre estou de acordo com ela, sim Nat ainda como carne, O pecado da gula fala mais alto... mas não crio animais para comer, afeiçoo-me a eles e aí compreendo o que sentes, mas os que como compro no talho :-s... depois de ver o meet your meat, menos, bastante menos (confesso que aquilo me provocou mais uma reacção de nojo do que propriamente pena dos animais) e ainda como peixe, mas gosto muito de comida vegetariana ( vale alguma coisa para aliviar a minha culpa?).
Devo dizer também que estes “diálogos” me divertem, dão-me vontade de botar faladura digamos que me animam o serão e lá bem no fundinho me dão inveja, porque vê bem a quantidade de comentários que o blog tem á custa destas polémicas de trazer por casa, no meu não se passa nada disto
:-) eh eh!!!

Anónimo disse...

Ui, ui... bonito serviço: Agora já temos CENSURA!!!

Rité disse...

Que pena me metem estas alminhas anónimas e companhia que, em vez de aproveitarem a sua liberdade (que tanto prezam) e o seu triste tempo livre na praia a sentir o sol quente que faz la fora, ficam agarradas o dia todo ao computador mais próximo em blogs de pessoas pretenciosas, santas, beatas e que ainda por cima são... gordas! Sinceramente não percebo! Faz-me mesmo pena ver a quantidade de frustrações mal resolvidas que ai andam. Ai Aiai Aiai! Já muito ouvi falar dos benefícios de descarregar o nosso mal nos outros apesar disso continuo a achar o sol de verão mais terapeutico!
Eu cá já estou com um bronze do caraças ahahahahahahahahah

nat disse...

Obrigada Margarida! Ainda bem que te divertes com isto, mulher. Haja alguém que leva esta conversa menos a sério! Eu cá acho bem que as pessoas se livrem dos ódios delas, os despejem todos cá para fora, ainda que seja para cima de mim e começando por me acusar de ofender os outros com os meus ódiozinhos. Repare-se que eu não parti para acusações nem ofensas pessoais e por mais que me provoquem, não vou mesmo por aí. Não suporto discussões que descambam para o bate-boca e quando me apercebo que estou rodeada de pessoas conflituosas e sedentas de atenção, saio de cena.

Quanto ao anónimo ui ui ui, ai pode crer que temos censura! Sempre que eu bem entender. Quer pôr-me à prova?
Agora, quanto a este comentário eliminado... não fui eu. Foi, tal como ali diz, o autor. Isto é: o autor do comentário.
Eu, quando censurar um comentário serei "O administrador do blog" ou coisa que o valha. Vou exemplificar já de seguida.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
nat disse...

Auuuuuuuuuuuuuuuuuuui!

hpinto disse...

Já agora, este
"Comentário eliminado
Esta mensagem foi removida pelo autor.

20:58"
fui eu.

Hoje estou tão "loura" ou tão pouco que carreguei 2 vezes no botão - podem ver pela hora do comentário antes do eliminado, que era meu ;o)
Nota: peço desculpa às verdadeiras louras, não tenho nada contra qq que seja a cor de cabelo, apenas estava a tentar ser irónica - mas deixo a pergunta à Sr.ª Entendida na matéria (entenda-se anónima, anti-vitimização ou coisa que o valha): a minha expressão é considerada ironia?!!!

Nat, deixa continuar os conflitos!!! Queremos sangue!!! :oPPP
Será que agora estou a ser irónica?!!!

bijus da Margarida disse...

Tou com a Lena, Venha lá o sangue, :-))) eh eh!!!

clara disse...

Olá, o meu nome é Clara Francisco, não tenho blog, e mais do que tudo estou muito desiludida com a forma pouco desportiva com que a Nat lidou com este "assalto" ao vermelho devagarinho. Não era isto que eu esperava de ti. Provocas, és irónica, despejas odiozinhos, mas não aceitas que te respondam na mesma moeda. Acompanho o teu blog há algum tempo e não te imaginava assim. Quanto aos outros, anónimos, que dizes não terem uma vida... aquilo que vejo agora é que tens estado todo o dia dependente daquilo que consideras ataques, para responder. Nem terás dormido como deve ser, e ainda vens cá falar de gente que dizes não ter uma vida. Pelo menos hoje não constaste beatas, mas confesso que até simpatizava com a tua maneira de escrever que achava revelar a tua forma de ser. Afinal és pouco coerente, nada condescendente, e a mim a minha avó, para além de me ensinar a não sujar as ruas, ensinou-me também que é na adversidade que se conhecem as pessoas. Isto não teria chegado a este ponto,não fosse a tua reacção inicial de afronta aos comentários que foram escritos precisamente no mesmo registo com que despejaste aqui este e outros odiozinhos. É pena! Fiquei triste. Imaginava-te uma pessoa melhor, menos orgulhosa, embora não santa.

bijus da Margarida disse...

Nat acho graça porque tem mesmo graça, é mesmo a única coisa que podemos fazer com esse tipo de pessoas é rir deles e das suas insanidades, afinal as insanidades têm sempre alguma graça, as minhas têm e pelo que vou vendo aqui as dos outro também :-), estas até têm mais graça do que as minhas, se não repara, a cena é de tal ordem que até se julga que o facto de alguém apagar um comentário é censura, num post que supostamente seria sobre as beatas e nisso como já disse num comentário lá atrás estou de acordo contigo, o assunto já vai totalmente desviado e a única conclusão que posso tirar é que há pessoas que sabe-se lá porquê gostam de tentar fazer com que os outros fiquem tristes, bom eu não tenho a certeza, mas parece-me inveja...
Com isto tudo já acedi ao teu blog para ver como vai a polémica algumas vezes e pelo que vejo não sou a única ;-)

hpinto disse...

Eu hoje confesso:
tirei parte da minha tarde e noite para me preocupar mais com a vida dos outros do que com a minha. Tanto é que ainda aqui estou á espera de novidades :o)

Mais uma vez não estou aqui para defender ninguém. Por favor não me chamem advogada de defesa!
Talvez não esteja mesmo a conseguir ser imparcial porque afinal parece que apesar de eu achar que só gosto muito da Nat gosto mesmo é muito, muito, muito!
Realmente a autora do blog é livre de escrever aqui o que quiser (desde que esteja dentro das regras no blogger) e pode aceitar os comentários que achar que deve aceitar.
Mas acho que há por aqui muito má interpretação. E parece que mesmo pessoas que aqui costumam vir sem comentar e que costumam gostar do que lêm não estão a apreciar o facto da Natacha se estar a "defender" dos ataques que vêm de "várias frentes" - salvo o exagero.
Está no seu direito assim como estamos todos, eu inclusivé ao ser chamada de ADVOGADA DE DEFESA (por favor nãooooo :o)))

Só mais uma coisa, porque tenho de me ir deitar de seguida - quem tem blog deve entender isso melhor do que quem não têm: o que escrevemos nos blogs não é TUDO O QUE SOMOS. E o vosso grande erro é esse. Digo eu. Se não leiam o que foi sendo escrito...
Beijocas a toda(o)s :o*

Alecrim disse...

Oh Nat, hoje andei eu a contar beatas por ti, deixa lá. Hehehe.
E pergunto agora quem é que consegue digerir insultos com desportivismo. Eu cá não.
Nunca li um post teu que fosse insultuoso, como o são alguns destes comentários. Essa é que é essa.

Mais um anómimo, ahahah disse...

Só consigo concluir que estas pessoas que se revoltaram tão vivamente contra este post, são uma cambada de FUMADORAS, mal educadas, ressabiadas, pouco civilizadas e muito (muito!) burrinhas!

Não gostam, ponham-se a andar! Ou alguém vos aponta alguma arma à cabeça?

Não admitem que a Natacha dê uma opinião (no SEU blog), se defenda e que outras pessoas a defendam também porquê?
Ora bolas, se acham que a miúda é "prepotente" e "incoerente", então têm muito bom remédio: façam as malas e não voltem cá! Já percebemos a vossa opinião e não precisamos que a repitam.

Xiça, penico!

anti-vitimização disse...

Agora sem nenhuma ironia: Nat, tens razão. A verdade é que o teu tom me irritou, mas provavelmente ontem não estava nos meus dias e despejei em ti parte da minha ira, que nem sequer era proporcional à atenção que o tema deveria ter merecido.
Relendo tudo o que te disse, houve um certo exagero que não mereces e de certa forma compreendo a tua reacção. Não sei, mas provavelmente também teria reagido da mesma forma defensiva. Disse coisas desnecessárias só para te atingir que nem sequer vinham ao caso, e essa atitude foi desonesta da minha parte. Tens graça muitas vezes quando escreves. Nem sempre concordo contigo, e realmente não sou muito apologista de discursos moralistas em relação ao comportamento alheio, mas isso não justifica nem um bocadinho o tom em que te falei. Desculpa.

LU disse...

Bem, só agora cheguei e depois de tudo que li, cheguei à seguinte conclusão:






































Vou vender cinzeiros portáteis e ficar milionária.