20 de março de 2013

avó



Tu, que te esqueces que vais ser bisavó em menos de dois minutos. Não faz mal. Tu estás em mim mais do que nunca, no meu coração e no meu útero.


"Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é."

2 comentários:

Anónimo disse...

Bolas, Vermelho Devagarinho... isto não se faz. A mim que me emociono sempre com os seus posts e nunca comento, hoje deixou-me completamente apardalada...

Este post é forte demais!!!!

Um grande beijo e boa sorte.

Maria.

aline garcia disse...

Este post me deu um nó na garganta...
Lindas palavras, mas doloridas...