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18 de dezembro de 2009

e um referendo sobre os referendos? nom?

Não há pachorra. Perguntar ao zé povinho (que inclui gente para quem ser homem-sexual é violar criancinhas) o que pensa do casamento alheio é aquilo a que eu chamo gastar papel à toa.
Tanta árvore a morrer em vão.

25 de setembro de 2009

actualização

O senhor cujo trabalho publicitei ali em baixo telefonou-me. Não quer que eu lhe faça link e sente-se profundamente caluniado. Também quer que eu desminta o que disse sobre ele e que as minhas amigas parem de o insultar porque afinal ele não é nada do que me disse ser, nunca teve intenção de plagiar o meu trabalho, pediu desculpa e até aproveitou para me dar umas dicas de desenho.
Concluindo, eu errei. Errei tanto que hoje nem vou dormir bem. E como os meus extraordinários poderes telepático-hipnotizantes levaram o senhor a fazer e dizer tudo o que fez e disse, agora tenho a obrigação de me retractar.

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Vou só ali retirar o link e rir-me mais um bocadinho.

23 de setembro de 2009

momento publicitário sado-maso-surreal

Já conversei com o senhor que faz as minhas pinturas melhor que eu própria. Já lhe disse que não estou interessada nos serviços dele, que me chamo Natachinha e que o número com que lhe estava a telefonar é o que está escarrapachado no site que assina as fotos que ele, ingenuamente, enviou à potencial cliente.
Também lhe disse outras coisas menos agradáveis de se ouvir, por isso ele acabou por me dizer que eu tinha era inveja dele. Ora, em forma de agradecimento, deixo aqui o contacto do senhor. Meus caros, é ligar-lhe e pedir as pinturas enquanto a agenda está livre! Ele diz que é de confiança e que faz um bom trabalho. E mostra-se mais disponível do que eu para negociar preços.
Bom trabalho, meu rico colega.

22 de setembro de 2009

contado ninguém acredita

Comecei hoje a pintar um quarto cá em Viana. A cliente, amorosa, contou-me que um outro pintor a quem pediu informações lhe enviou fotos das minhas pinturas como sendo exemplos do que ele faz.

Ora lá vou eu fazer-me de cliente também, não é? E telefono ao senhor, e digo que quero as ovelhinhas e o barco com os animais. Diz que faz sem problema. Pergunto se são dele. Diz que sim. Pergunto outra vez. Diz que são de um amigo. Pergunto se faz igual. Diz que faz até melhor. E ri-se. Diz que faz qualquer imagem, qualquer cópia, sem problemas. Que é só escolher. Eu faço aham. Aham. Que quero ver fotos da cópia. Que não tem aqui mas que eu não me preocupe, que já fez várias vezes. Pergunto quem é o amigo que fez a pintura original. Diz-me um nome de homem, mas que não está cá. Mas que ele faz. E até me envia o desenho igual por correio, para eu ficar mais segura.






Bendito prozac. Louvado seja. Bendito e abençoado seja entre os meus neurónios.

6 de setembro de 2009

nee

Não querendo inflamar ninguém com o título do post (é que dizer deficiente ou qualquer coisa que sugira a-normalidade ofende muito as pessoas), NEE era o que me chamava um professor do ginásio, depois de tomar conhecimento desta minha nova condição. Ele brincava e eu ria-me, mas a verdade é que não só precisei de tempo para perceber que tinha uma coisa chamada condromalácia patelar em ambos os joelhos, como tive de aprender, com paciência e humildade, a viver com ela.

Ora, acho que finalmente processei a informação toda e me adaptei. Que fique registado este dia. Pelo caminho aprendi palavras novas como vasto interno, sulfato de glucosamina, mcconnel taping, viscosuplementação, crioterapia...
Embora as nee se mantenham, finjo que não. É que pelos vistos passam muito facilmente por teimosia. Olaré.

Isto tudo para dizer que apesar de não poder carregar pesos nem flectir as pernas vou fazer mudanças e arrastar móveis cá em casa. Tenho tantum creme e gelo. Para o caso de a brincadeira acabar mal.

24 de abril de 2009

o debate, para quem não viu



Eu sofro de vergonha alheia. E juro que, mesmo estando contra eles nesta questão, senti vergonha pelos senhores Vítor Hugo Cardinali e João Palha Ribeiro Telles. Acho que só há uma explicação para o que se passou ontem (descartando, claro, a possibilidade de a Sic ter desequilibrado intencionalmente o debate ao colocar dum lado duas pessoas informadas e eloquentes e do outro dois broncos). E a explicação encontra-se nos copos de água: a famosa marca que patrocina este programa é a "Águas da Serra Quanto Mais Falas Mais te Enterras Mais Valia Estares Calado". E repare-se que nem o Miguel Moutinho nem o Nuno Paixão beberam. Escusado será dizer que o filhote do Ribeiro Telles chegou tarde porque esteve lá atrás a beber do garrafão.

23 de agosto de 2008

este post é uma adivinha para os que não gostaram da anterior

Qual é a coisa, cal é ela, que ainda agora falei nela?

este post é dedicado a todos os que não acreditam que eu sou mesmo um doce



Só para quem não me conhece pessoalmente, eu sou aquela verdinha que escorrega na risca amarela do arco-íris. Acredite quem quiser.