Começo já com um eufemismo: os últimos tempos não têm sido fáceis. Teria havido muito para escrever se eu visse algum interesse em registar e tornar públicos os meus pensamentos mais pessimistas, e também se pudesse manter o anonimato. O meu bloguezinho ainda é cor-de-rosa, porque eu assim o quero.
Tirei esta fotografia na altura em que estava ainda a tentar digerir o ódio dos "falsos anúncios". Ao fim de horas e horas de trabalho. Cansada mas feliz, diante de mais um par de ovelhinhas saltitonas. Minhas. A minha vontade era de nunca mais publicar nada na internet, a não ser que fosse possível construir uma barreira à prova de ladrões. Talvez a minha mão esquerda, identificada pela cicatriz no polegar, a velar o essencial de cada imagem. Não me saía da cabeça esta frase: As minhas pinturas são minhas. Minhas.
Que triste seria se eu começasse a dar mais importância a quem me rouba do que a quem vem aqui por gosto e me respeita realmente. Que triste, se guardasse para mim cada uma das minhas criações, como se de obras de génio se tratassem. Mas o meu primeiro impulso é esse, especialmente depois de ver a minha propriedade intelectual violada várias vezes, num tão curto espaço de tempo. Se calhar devia fazer marcas d'água em tudo o que crio. Devia avisar que as pinturas estão todas registadas. Devia fazê-lo no cabeçalho do blog, em tom de ameaça, deixando no ar uma certa tensão para que os potenciais espertinhos tirassem daí o sentido. Lamento mas ainda não será desta.
Posso sempre avisar que a minha mão está em tamanho real, na foto, e que sim, eu sou grande e forte, e essa mesma mão tem uma irmã gémea, destra e certeira.
:)
29 de maio de 2009
11 de maio de 2009
momento publicitário sem fins lucrativos*
*eis que a desintoxicação chega ao cérebro
E agora eu pegava numa tablete de Milka Biscuit, num Haggen Dazs Vanilla Caramel Brownie de meio litro e num pacote de Chips Ahoy! e metia-me na cama com eles a ver a série completa dos pequenos póneis (embora eles não chegassem sequer a ver o fim do primeiro episódio).
E agora eu pegava numa tablete de Milka Biscuit, num Haggen Dazs Vanilla Caramel Brownie de meio litro e num pacote de Chips Ahoy! e metia-me na cama com eles a ver a série completa dos pequenos póneis (embora eles não chegassem sequer a ver o fim do primeiro episódio).
7 de maio de 2009
a mulher que não queria crescer
Ela era tão adolescente, tão adolescente, que ouvia os Azeitonas em alto som e cantava enquanto trabalhava. E o seu trabalho era desenhar bonecos.
a razão cínica
Nunca tinha ouvido (lido) o termo. A razão cínica.
O meu pai trouxe-me este artigo do JN, recortadinho com amor. Li-o e mais uma vez tenho vontade de abraçar o Manuel António Pina. Porque ele põe em palavras o que eu não consigo. E sinto-me agradecida por isso. A razão cínica, diz ele. E é mesmo isso. Até eu que não como animais (não nasci vegetariana) entendo o lado dos que comem.
"Adoro vê-los agonizar"
Os jornais divulgaram há tempos uns versos de um indivíduo condenado nos EUA pelo assassínio de um mendigo: "Vê-os morrer./ Adoro vê-los agonizar: vomitam, gritam, choram". Adorno explica a barbárie como persistência, no ser humano, das formas mais primitivas de agressividade, defendendo que "a questão mais urgente da educação contemporânea é a desbarbarização da humanidade". Neste sentido, o não licenciamento de touradas por (para já) quatro autarquias - Viana do Castelo, Braga, Cascais e Sintra - é um acto fundamentalmente educativo. Contra ele, esgotado o argumentário da "tradição", a razão cínica - a razão cínica consegue justificar tudo, de Auschwitz ao terrorismo - fixa-se agora na circunstância de aqueles que condenam as touradas comerem carne. De facto, a Biologia e a História fizeram de nós animais comedores de cadáveres. Há, no entanto, uma diferença (uma diferença moral) entre comer carne e fazer - "pecado contra a natureza", diria Pound - da agonia e morte de um animal um espectáculo, tirando sórdido prazer de o ver espetar, martirizar, vomitar sangue. Nenhum outro animal o faz.
(Por Manuel António Pina. In “Jornal de Notícias”, 4 de Maio de 2009)
O meu pai trouxe-me este artigo do JN, recortadinho com amor. Li-o e mais uma vez tenho vontade de abraçar o Manuel António Pina. Porque ele põe em palavras o que eu não consigo. E sinto-me agradecida por isso. A razão cínica, diz ele. E é mesmo isso. Até eu que não como animais (não nasci vegetariana) entendo o lado dos que comem.
"Adoro vê-los agonizar"
Os jornais divulgaram há tempos uns versos de um indivíduo condenado nos EUA pelo assassínio de um mendigo: "Vê-os morrer./ Adoro vê-los agonizar: vomitam, gritam, choram". Adorno explica a barbárie como persistência, no ser humano, das formas mais primitivas de agressividade, defendendo que "a questão mais urgente da educação contemporânea é a desbarbarização da humanidade". Neste sentido, o não licenciamento de touradas por (para já) quatro autarquias - Viana do Castelo, Braga, Cascais e Sintra - é um acto fundamentalmente educativo. Contra ele, esgotado o argumentário da "tradição", a razão cínica - a razão cínica consegue justificar tudo, de Auschwitz ao terrorismo - fixa-se agora na circunstância de aqueles que condenam as touradas comerem carne. De facto, a Biologia e a História fizeram de nós animais comedores de cadáveres. Há, no entanto, uma diferença (uma diferença moral) entre comer carne e fazer - "pecado contra a natureza", diria Pound - da agonia e morte de um animal um espectáculo, tirando sórdido prazer de o ver espetar, martirizar, vomitar sangue. Nenhum outro animal o faz.
(Por Manuel António Pina. In “Jornal de Notícias”, 4 de Maio de 2009)
30 de abril de 2009
minha nossa senhuora
A lei da atracção é isto: uma gaja tenta desintoxicar o seu fígado, para bem da sua saúde e por causa dum tal ácido úrico e umas senhoras transaminases. Essa gaja enche-se de coragem e alimenta-se de água, tomate, aveia integral, laranjas, morangos, cenouras, sopas. Para continuar no bom caminho, usa o poder da visualização e imagina o seu fígado livre de gordura, a filtrar e expulsar toda a porcaria que antes não conseguia. A gaja tem crises terríveis de gula e devora cereais integrais sem açúcar imaginando que são pipocas do Arrábida Shopping. Depois acalma-se e verifica que a visualização não é assim tão poderosa. Senta-se e trabalha ao som do Youtube. E, quando menos espera, surge na vida desta pobre criatura uma mulher chamada Nigella Lawson.
Lei da atracção? Sim. O meu fígado atraiu para este computador onde escrevo a visão da mulher que originou o termo Gastroporn e cuja existência - meu deus!!! - eu desconhecia. Que usa natas, manteiga, chocolate e açúcar em doses impróprias para o comum dos mortais. E que deixou o meu escritório inundado de baba.
Gulosos que me lêem, atençom. Antes de verem os vídeos desta senhora vão buscar a chibata.
Lei da atracção? Sim. O meu fígado atraiu para este computador onde escrevo a visão da mulher que originou o termo Gastroporn e cuja existência - meu deus!!! - eu desconhecia. Que usa natas, manteiga, chocolate e açúcar em doses impróprias para o comum dos mortais. E que deixou o meu escritório inundado de baba.
Gulosos que me lêem, atençom. Antes de verem os vídeos desta senhora vão buscar a chibata.
28 de abril de 2009
das coisas boas
Quando nem pintar me sabe bem, até porque chove e eu aproveito qualquer pingo de chuva para me sentir deprimida (e deprimida o que eu quero mesmo é a minha cama e duas toneladas de chocolate), arrasto-me a muito custo para uma casa que não é a minha. Nem cama nem chocolate. Em vez disso, uma parede e horas e horas em pé. Quando nem pintar me sabe bem e o pincel pesa, esse sim, duas toneladas, apercebo-me da sorte que tenho. Porque podia ser pior. Podia ter um patrão de merda, ser desvalorizada e/ou explorada, ter de trabalhar em algo que odiasse, ter colegas intriguistas, stress, aturar clientes mal educados, engolir desaforos. Quando nem pintar me sabe bem, tenho os clientes como consolo. Os melhores do mundo - já o disse aqui mil e uma vezes, eu sei. Recebem-me não como a uma pintora que vai lá a casa trabalhar, mas como a uma visita. Com carinho e atenção e café e frigorífico e microondas-se-precisares. E aqui é a casa de banho e estás à vontade, estás à vontade! Se precisares telefona e já sabes, a máquina do café está aqui. Que bonito, Natacha. E os sorrisos. Agarro-me aos meus clientes, quando nem pintar me sabe bem. Alguns nem imaginam a diferença que fizeram na minha vida.
24 de abril de 2009
o debate, para quem não viu
Eu sofro de vergonha alheia. E juro que, mesmo estando contra eles nesta questão, senti vergonha pelos senhores Vítor Hugo Cardinali e João Palha Ribeiro Telles. Acho que só há uma explicação para o que se passou ontem (descartando, claro, a possibilidade de a Sic ter desequilibrado intencionalmente o debate ao colocar dum lado duas pessoas informadas e eloquentes e do outro dois broncos). E a explicação encontra-se nos copos de água: a famosa marca que patrocina este programa é a "Águas da Serra Quanto Mais Falas Mais te Enterras Mais Valia Estares Calado". E repare-se que nem o Miguel Moutinho nem o Nuno Paixão beberam. Escusado será dizer que o filhote do Ribeiro Telles chegou tarde porque esteve lá atrás a beber do garrafão.
23 de abril de 2009
15 de abril de 2009
4 de abril de 2009
pequena história trágica
Era uma vez uma menina que se alimentava de doces. Um dia essa menina foi a um médico alternativo que lhe picou o dedo, pôs uma gotinha do seu sangue no microscópio e explicou-lhe que se não se pusesse a pau, um dia ficava muito doente do fígado. A menina tentou ter cuidado, mas os doces vinham todos os dias directos a ela, e eram enormes e apetitosos e muito muito simpáticos, e diziam-lhe "Olha ali o elefante!" e quando ela se apercebia já eles estavam a nadar-lhe nas veias.
Um dia a menina voltou ao médico já com o fígado doente. Ele ralhou um bocadinho com ela, disse-lhe que tentasse comer frutos secos em vez de gelados e chocolates e que se desintoxicasse, para bem do seu fígado.
A menina veio para casa e, obediente como só ela, afogou-se em açúcar. Depois lá se sentiu capaz de desintoxicar.
Ao fim de um dia de fruta, legumes, cereais integrais e água, a menina sentia-se bem.
Ao fim de dois dias sem café, a menina sentia uma bela dor de cabeça. E tinha sonhos eróticos com o coelho da páscoa.
Ao fim de três dias, a menina acordou morta.
Um dia a menina voltou ao médico já com o fígado doente. Ele ralhou um bocadinho com ela, disse-lhe que tentasse comer frutos secos em vez de gelados e chocolates e que se desintoxicasse, para bem do seu fígado.
A menina veio para casa e, obediente como só ela, afogou-se em açúcar. Depois lá se sentiu capaz de desintoxicar.
Ao fim de um dia de fruta, legumes, cereais integrais e água, a menina sentia-se bem.
Ao fim de dois dias sem café, a menina sentia uma bela dor de cabeça. E tinha sonhos eróticos com o coelho da páscoa.
Ao fim de três dias, a menina acordou morta.
31 de março de 2009
e o prémio Sei Apagar Assinaturas às Três Pancadas vai para...
... para a mesma pessoa! E gabo-lhe também a coragem.Por favor não me acusem de parcialidade. É que este artista não se deu sequer ao trabalho de apagar melhor o www.pinturadequartos.com desta foto.
30 de março de 2009
e o prémio da ganda latosa vai para...
Bons velhos tempos aqueles em que eu saltitava feliz em direcção ao meu blog cor-de-rosa para partilhar com o resto do mundo as minhas ideias frescas.
Hoje, antes de qualquer outra coisa, penso se será boa ideia publicar uma ideia na internet. E há dias em que esse pensamento é capaz de arrasar por completo com a minha inspiração.
Peço desculpa aos outros nomeados que se esmeraram nas cópias silenciosas das minhas personagens. Que as assinaram como sendo deles. Que as tentaram (e tentam) vender. O prémio vai mesmo para este senhor:

Muito obrigada a quem me alertou para isto. Saber que há quem reconheça o meu trabalho e o valorize ao ponto de me ajudar a protegê-lo, reconforta-me e dá-me muita força.
Não deixar de ler este post, escrito pelo autor da segunda fotografia também roubada, Paulo Galindro (não confundir com o autor dos anúncios!!!). Perfeito para sensibilizar todos aqueles que dormem descansados depois de se apropriarem da ideia original alheia, galgando (ou destruindo?) todo um processo criativo sem o mínimo respeito.
Hoje, antes de qualquer outra coisa, penso se será boa ideia publicar uma ideia na internet. E há dias em que esse pensamento é capaz de arrasar por completo com a minha inspiração.
Peço desculpa aos outros nomeados que se esmeraram nas cópias silenciosas das minhas personagens. Que as assinaram como sendo deles. Que as tentaram (e tentam) vender. O prémio vai mesmo para este senhor:

Muito obrigada a quem me alertou para isto. Saber que há quem reconheça o meu trabalho e o valorize ao ponto de me ajudar a protegê-lo, reconforta-me e dá-me muita força.
Não deixar de ler este post, escrito pelo autor da segunda fotografia também roubada, Paulo Galindro (não confundir com o autor dos anúncios!!!). Perfeito para sensibilizar todos aqueles que dormem descansados depois de se apropriarem da ideia original alheia, galgando (ou destruindo?) todo um processo criativo sem o mínimo respeito.
28 de março de 2009
dos plágios
A propósito do post anterior e do que acabo de ler no blog da Rosa:
O que sinto vontade de escrever aqui inclui palavrões e insultos vários a todos aqueles que, de ânimo leve, se passeiam pela internet em busca de imagens engraçadas para copiar e manipular descaradamente. Pouco me importa se é sem má intenção que o fazem, se estão desempregados e apenas fazem artesanatozinho para vender às amigas, se não imaginavam que o que fizeram é crime, se lhes doía o dedo no momento em que deveriam ter teclado meia dúzia de palavras de referência ao autor/título/site/etc da obra original.
Nojo.
O que sinto vontade de escrever aqui inclui palavrões e insultos vários a todos aqueles que, de ânimo leve, se passeiam pela internet em busca de imagens engraçadas para copiar e manipular descaradamente. Pouco me importa se é sem má intenção que o fazem, se estão desempregados e apenas fazem artesanatozinho para vender às amigas, se não imaginavam que o que fizeram é crime, se lhes doía o dedo no momento em que deveriam ter teclado meia dúzia de palavras de referência ao autor/título/site/etc da obra original.
Nojo.
19 de março de 2009
obrigada
Hoje quero agradecer a todos aqueles que de alguma forma demonstraram um enorme respeito por mim e pelo meu trabalho. Que, tendo gostado de alguma das imagens que aqui publico, me contactaram a pedir autorização para copiar, seja para usar como fundo no ambiente de trabalho, seja para fazer um bordado, seja para adaptar e criar uma versão diferente... Quero agradecer e dizer que nunca me vou esquecer disso. Porque muitas vezes a falta de respeito e consideração vem até de pessoas que conhecemos pessoalmente.
A maioria das imagens que publico aqui, é publicada pelo puro prazer de partilhar, sem qualquer interesse comercial e muitas vezes correndo o risco de me prejudicar, mais do que beneficiar enquanto autora. Mas isso fica para amanhã.
Muito obrigada.
A maioria das imagens que publico aqui, é publicada pelo puro prazer de partilhar, sem qualquer interesse comercial e muitas vezes correndo o risco de me prejudicar, mais do que beneficiar enquanto autora. Mas isso fica para amanhã.
Muito obrigada.
ovos
Há dias encontrei uns ovos de galinhas criadas ao ar livre mais baratos do que os que costumo comprar. Comentei isso com a minha mãe e o meu pai teve um ataque de riso. O meu pai não imagina de onde vêm os ovos que come. Eu, muitas vezes e por cobardia, tento não imaginar. Mas em casa posso garantir que as galinhas que eu exploro para me lambusar com uma mousse de chocolate viram a luz do dia e foram tratadas com respeito. E isso alivia-me um bocadinho.
Os ovos que encontrei são da Casa do Aido.
Os ovos que encontrei são da Casa do Aido.
18 de março de 2009
post super interessante, diria mesmo interessantíssimo
Eu cá quando entrei para o ginásio* só fazia duas flexões (sendo que quase morri durante a segunda e fi-la por uma questão de honra uma vez que me encontrava roxa no meio do chão diante dum mr. músculo incrédulo).
Agora já faço várias flexões assim e hoje empurrei um carro sem bateria numa ligeira subida.
De agora em diante podem tratar-me por Supernat, se faz favor.
Agora já faço várias flexões assim e hoje empurrei um carro sem bateria numa ligeira subida.
De agora em diante podem tratar-me por Supernat, se faz favor.
17 de março de 2009
16 de março de 2009
eu venho aqui...
... e escrevo, até. Mas muitas vezes escrevo e não publico. Já não me lembro da última vez que pus aqui uma fotografia...
Hoje fui às lágrimas com este vídeo que encontrei por acaso, enquanto ouvia os meus amados Coldplay. Os vizinhos já devem saber que quando há gargalhadas no nosso piso, sou eu.
Boa semana!
Hoje fui às lágrimas com este vídeo que encontrei por acaso, enquanto ouvia os meus amados Coldplay. Os vizinhos já devem saber que quando há gargalhadas no nosso piso, sou eu.
Boa semana!
2 de março de 2009
um bom começo
Poucas coisas me deixam feliz ao ponto de dar gritos e chorar como fiz hoje, quando o meu pai me deu para as mãos um recorte do JN. Leiam aqui e aqui.
Viana do Castelo é a primeira cidade anti-tourada de Portugal.
Tenho de agradecer a todos os que assinaram a petição a que dei início. Estou mesmo muito orgulhosa, independentemente do peso que ela possa ter tido nesta mudança. Acredito que as manifestações pacíficas, por mais pequenas que sejam, se fazem sentir. Por isso muito obrigada.
É só um começo, mas que belo começo! Agora há que actualizar o site da petição e, mais urgentemente ainda, há que felicitar a Câmara Municipal de Viana do Castelo.
Estou tão feliz.
É só um começo, mas que belo começo! Agora há que actualizar o site da petição e, mais urgentemente ainda, há que felicitar a Câmara Municipal de Viana do Castelo.
Estou tão feliz.
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