


... para pintar na bata da Carmen. :)
Para outro projecto, a que pertence o Fantinho Vermelho. Estes são quatro dos sete anões.

Encontrei isto no chão. Enfiado silenciosamente por baixo da porta. Já não sei o que fazer. Um dia atribuo-lhes uma etiqueta aqui no blog...

Empurrei o meu cansaço e dificuldade em trabalhar até ao limite. Um dia, estava sentada numa esplanada com o bloco de desenho na frente. Tentei fazer um dos meus animais, de memória. Um dos que já se repetiram mais vezes, o macaquinho do barco dos sonhos. Que nasceu da minha cabeça, da minha mão.



Se algures dentro de mim existe uma torneirinha de onde saem as ideias e algures dentro de mim existe uma calha que as leva até à minha mão direita, esse mecanismo está avariado e seco há bastante tempo.
Conto-as, chocada. Pareço tolinha mas não me interessa.



















As três da sombra vieram meter-se entre profissionais de saúde. Eles sem farda são anjos na mesma. Têm o poder de curar. A mim pelo menos, sim. Com muito riso e paciência. E carinho.
Ainda a desenhar. Tento abrandar o ritmo. O cansaço não me larga. As falhas de memória. O calor. O biquini novo que não faz milagres. Em breve farei mais de 600 km rumo ao sul, acompanhada da minha Cilu e do S. Vomidrine*. Graças aos céus...