4 de fevereiro de 2009
pensamentos na cozinha
Claro que sim.
3 de fevereiro de 2009
querido continente
A partir de agora, Fibra Flakes é no Lidl.
2 de fevereiro de 2009
16 coisas sobre mim
Fui desafiada pelos meninos:
Sandra
Obrigada, amiguinhos virtuais. Aqui está o meu trabalho de casa:
1 - Quando me apresentam alguém nunca consigo decorar o nome da pessoa. No segundo beijinho já não sei como se chama. Mas tenho uma memória espectacular para decorar letras de músicas.
2 -Sofro de humor negro compulsivo. Ninguém devia subestimar a minha capacidade de fazer observações estúpidas e comentários inapropriados, pois tenho sempre um debaixo da língua, mesmo para as situações mais dramáticas. Felizmente ainda tenho autocensura. Muitas vezes não digo o que penso, portanto.
3 - Costumo ser muito bem disposta e faladora mas quando me dá o sono - o que acontece de forma abrupta, a partir das 22h30 - transformo-me em abóbora.
4 - A minha capacidade de comer chocolate ultrapassa o limite do razoável. Faço um número de ilusionismo impressionante que envolve somente a minha boca e uma tablete de 300 g de Milka.
5 - Gosto de camisolas com borbotos e tenho roupa podre de velha. Uso todas as semanas umas sapatilhas com mais de 10 anos e uma saia com 13.
6 - Tenho horror a desperdício. Acumulo muito lixo graças à possibilidade-de-um-dia-reutilizar-isto-quem-sabe-daqui-a-três-anos.
7 - Tenho memória fotográfica. Desenvolvi a capacidade de memorizar as folhas dos apontamentos por onde estudava para "copiar" as respostas nos exames. Só isso explica que tenha passado a disciplinas que nunca dominei, desde a escolinha até à universidade.
8 - Sou alérgica a pêssego.
9 - Tenho muito apreço pela minha mão direita. Por isso, sempre que faço alguma coisa em que arrisque magoar uma mão, uso a esquerda.
10 - Tenho pé chato e faço tendinites graças a isso (disse o ortopedista). Só uso calçado muito muito muito confortável.
11 - Faço a espargata com a perna direita à frente.
12 - Toco com a língua no nariz.
13 - Ninguém me peça para dar recados importantes.
14 - Vejo mal mas ouço muitíssimo bem.
15 - Aprendi com a vida a desdramatizar tudo. Não levo nada nem ninguém (incluindo eu própria) demasiado a sério.
16 - Tenho horror a formigas quando em grupos de mais de dez elementos.
31 de janeiro de 2009
27 de janeiro de 2009
no fundo do mar
pequena anedota seca que inventei ontem
26 de janeiro de 2009
mais um
A seguir estava na varanda dum primeiro andar da qual tinha de descer, sabe-se lá porquê. Ficava paralisada com as vertigens. O medo era tão real, tão real. A minha avó e o meu pai ajudavam-me. Na verdade a minha avó pegava em mim ao colo (como se eu fosse leve e ela fosse forte) e eu fechava os olhos enquanto tentava agarrar-me com todas forças para não cair. O meu pai lá em baixo, a ver.
E onde estava o Batman nessa altura? Onde?!
14 de janeiro de 2009
jumpin' jive
Aqui fica a versão original - uma delícia - que é de 1943(!).
11 de janeiro de 2009
que fique registado
8 de janeiro de 2009
músicas de ginásio
Eric Hutchinson - Oh!
6 de janeiro de 2009
o meu coração é teu
Sim, Ikea, eu quero casar contigo.
meu rico bloguezinho
Dois anos de blog. Se os blogues fossem, como muita gente iludida pensa, a verdade sobre os seus autores, então poder-se-ia concluir que eu ando a dormir. Porque este blog anda adormecido, coitadinho do meu Vermelho Devagarinho. Agradeço a todos os que ainda vêm cá todos os dias. Gosto muito que cá venham e lamento que isto ande assim. Não está para acabar, o meu cantinho mistela, não senhor. Estou só muito longe do computador. Paciência. Um dia destes volto a pôr aqui muitas fotografias. E desenhos e pinturas. Quando a vontade voltar. Para já voltou a vontade de escrever.
Há uns tempos tive uma visão. Não me sai da cabeça e originou um turbilhão dentro de mim. Ia no carro, buscar a minha mãe. Olhei para umas árvores enormes, vi o céu entre as folhas e em vez de - como é costume - me sentir feliz só por isso, senti um enorme vazio.
Tenho vivido para pagar uma renda.
Eu e a minha pouca ambição. Vivo para manter uma casa. Um mês de cada vez e depois logo se vê. Sem tempo nem fortuna mas tão feliz, que o que interessa eu já tenho. Amor, muito amor, abraços e beijos. Riso. Chocolate com o café todos os dias. Pêlo de cão na roupa, uns passeios na praia e pronto. Não há nada melhor. Pelo menos não havia, até eu olhar pelo pára-brisas para aquelas árvores e me sentir tão pequena.
27 de dezembro de 2008
sobrevivi
Fiz-me de morta.
Gigante, cada vez maior e cada vez mais perto, esmagava tudo ao passar. A música quase me ensurdeceu. As luzes piscavam e os papéis voavam. Ainda me pisou mas sobrevivi.
O Natal passou-me ao lado.
24 de dezembro de 2008
feliz natal :)
E agora deixo-vos mais uma vez com aquele que é para mim o filme de Natal mais bonito de sempre.
16 de dezembro de 2008
querido inconsciente:
Não me castigues mais e por favor, deixa-me sonhar com coisas normais, como o resto das pessoas.
10 de dezembro de 2008
eu tive um sonho premonitório
Mas o que me preocupa é pensar que os meus sonhos possam ser realmente premonitórios... ai jasus que fui eu fazer.
9 de dezembro de 2008
para a próxima pintura
:D
estou aqui
Dói-me o lado esquerdo do corpo. Porque ontem os cães atacaram um gato e eu sozinha com eles. Gritar não valeu de nada. Agarrar a boxer só com uma mão enquanto tentava tirar o outro de cima do gato também não. Agora tenho dores no corpo e a imagem na cabeça. E os sons. Quis ser surda.
Agora tenho dores do lado esquerdo do corpo.
Vou voltar à rotina. Mas antes disso vou pôr um desenho aqui para vos mostrar.
27 de novembro de 2008
avianense
(Comédia da vida privada: a Babá a pedir uma garrafa de azeite num restaurante só para ver a informação nutricional, eu às gargalhadas e um funcionário a querer entrar na aposta.)
Perdi a aposta. Novecentas calorias, filho da mãe do azeite, grandessíssimo traidor.
A mousse da Babá tinha de ser caseirinha e com chocolate Avianense. Fi-la hoje. Comprei uma tablete para mim, comi um bocadinho com o café e fiz uma viagem no tempo. O Avianense é o chocolate da minha infância. No pão com manteiga(!), na mousse da minha avó, na barraquinha da feira do livro. Quando a fábrica (onde a Di muitos bombons embrulhou) era cá no centro de Viana e o sabor do chocolate era o mesmo de há vinte anos, o cheiro percorria a rua do Gontim e fazia-me babar.
A minha memória é um parque de diversões.
Sim, é para podermos comer porcarias que andamos no ginásio. Hihihihihi.






