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6 de abril de 2008

:)


E pronto, Karla. Já está. Beijocas! ;D

3 de abril de 2008

boa primavera!




Fomos ao cinema ver o Horton e nesta cena as minhas gargalhadas envergonharam quem estava comigo.

"No meu mundo todos são póneis e todos comem arco-íris e os cocós são borboletas!"

2 de abril de 2008

das coisinhas pequeninas

Ainda da minha colaboração com a Karla, num projecto cheio de ternura.
Vivo num mundo de bichos que sorriem, bochechudinhos. Depois este meu amor por coisas pequenas e a tendência para o animismo abrangem as plantas também, em especial o meu cactinho. Convenci-me de que somos apaixonados um pelo outro e ele, que é um romântico, oferece-me flores todos os meses. Recentemente estava a observá-lo ao perto, cada milímetro daquele corpinho pequeno e espinhoso. De repente vi um insecto! Corri feita louca em busca duma pinça, capturei a fera e pu-la num frasco. E levei-a para casa dos meus pais, para fazer queixa à minha mãe. Olha o que estava no meu cactinho! NO MEU CACTINHO!!! O que é? O que É?

"É cochonilha. Isto dá cabo das plantas! Deve haver mais."

E mandou o bicho cano a baixo, sem me dar tempo de o atirar para o quintal (eu sei, eu sei)... Receitou-me um insecticida que ficou na mesa da cozinha. Ao fim do dia assumi que sou de facto meia parva e bipolar, quando voltei a olhar para o Substral e vi nele a cura para o meu amorzinho doente. Pus-me a chorar de amor pelo cactinho e a minha mãe riu-se, por saber muito bem que esta parvoíce-lamechas, foi dela que a herdei.

1 de abril de 2008

31 de março de 2008

boa semana!





Uma das razões por que o Corrina Corrina * é um dos filmes da minha vida, é a banda sonora.

14 de março de 2008

boa noite

Desenho, desenho e desenho. Feliz. Desesperada de tanto para desenhar, mas feliz.
Bom fim-de-semana. Amanhã passarei o dia a pintar.

12 de março de 2008

bom dia!

Desenho desenho e desenho.

26 de fevereiro de 2008

pirilampos

A Karla convidou-me para colaborar com ela num projecto especial e cheio de ternura... aqui fica uma espreitadela.

19 de janeiro de 2008

filmei-me a desenhar

... pela primeira vez na vida. E não me reconheço, o que é giro. A luz é péssima e o som é da televisão. O desenho é um esboço para a próxima pintura.



12 de janeiro de 2008

mais



Ainda dos meus sonhos: já tive a sorte de sonhar várias vezes que voava. Tenho a sensação gravada na minha memória como se tivesse voado mesmo. E voava à Peter Pan, sem asas nem esforço, ora pois.

11 de janeiro de 2008

o meu barco dos sonhos

O Barco dos Sonhos é a pintura de que mais me orgulho. Nasceu dum sonho que tive, em que via uma pintura linda numa parede e pensava "Quem me dera ter sido eu a fazê-la". Era uma fila de animais de peluche a flutuarem no ar, lutando por se manterem juntos dando as mãos, agarrando as caudas uns dos outros, as trombas (havia um elefante que não me saiu da memória e que deu origem a este)... e havia um barco de papel suspenso por balões. Na mesma altura, dois amigos queridos (Nhocas+Twin) trouxeram-me da Nazaré um barquinho de pesca. Quando o pus na minha mesa de cabeceira dei-lhe um destino diferente. Hás-de pescar os meus sonhos (que eu raramente me lembro dos melhores) e nunca peixinhos.
Comecei a desenhar. Trabalhava numa secretaria, atrás duma secretária onde muito desenhei para os primeiros quartos. E foi lá que tive, juntamente com a Cilu, um brainstorming delicioso. Nasceu uma (proposta de) pintura à qual a cliente não resistiu. E ainda bem.
Embora pareça uma arca de Noé, nunca o imaginei assim. Imagino antes animais que morrem e vão - literalmente - para o céu. Um céu cheio de nuvens fofas e estrelas que se podem tocar. Também imagino um grupo de pescadores que se esforça por apanhar sonhos (as estrelas), acabados de chegar ao céu e pasmos com tudo o que vêem.

Uma das próximas pinturas pode vir a ser o barco (ou a floresta), mas em duas paredes. Comecei a desenhar bichinhos. Aqui ficam :)



8 de janeiro de 2008

javali pequenini

Que gosto de todos os animais já todos sabemos. Gosto de aranhas, salvo moscas de afogamento, pego nas cobras que o gato caça, defendo os touros, choro só de ver elefantes, odeio gaiolas e aquários, daria mais e mais beijos a todos os patos e coelhos do mundo, não vou ao zoo, não vou ao circo, etc.. Mas ainda tenho aquele sentimento do "queria um pónei" (no sentido de gostar tanto tanto que até guardo o bichinho lindo numa montra, de tanto que gosto dele que o quero só para mim, no sentido de gostar tanto tanto do canto do canarito que até o condeno a uma perpétua, de gostar tanto tanto do leãozinho que até o enfio numa jaula de cimento). "Queria" um macaco, "queria" um golfinho e também "queria" um porco (um porco hei-de ter). Hoje desenhei este javali bebé como proposta para a próxima pintura e apaixonei-me por ele.

Queria um javali.

23 de novembro de 2007

os meus postais de Natal

Há dois anos fiz uns postais de Natal com milhares de recortes de revistas e cujo resultado adorei. Tenho um cá em casa, algures... No ano passado lembrei-me de fazer uma fotomontagem em que um desenho devorava um Pai Natal de chocolate, mas não passei da sessão fotográfica com o chocolatinho. Guardei as fotografias, sabendo que havia de concretizar a minha ideia.

Eu tenho uma fixação por bonecos de chocolate, desde o coelhinho da Páscoa ao Pai Natal. Devoro-os de uma vez só, sem dó nem piedade, nem o mínimo peso na consciência. Como este menino, inspirado no meu Anjinho.





Espero que gostem. Vou pô-los à venda aqui o mais brevemente possível, prometo.

15 de novembro de 2007

doutor, doem-me as ideias

É assim que vejo os meus desenhos digitalizados pela primeira vez. Normalmente adoro. Mas dou uns cortes à imagem e uma maquilhagem às cores. Depois assino e no fim, o que se vê já não é o meu bloco (que hoje terminou e eu tenho ali um novinho em folha, lalala).

Sinto-me cansada e detesto tanto admiti-lo, quanto admitir quando estou triste. Não que me considere infalível, mas porque me lembro logo daquelas pessoas que me irritam até às pestanas com as dificuldades da vida e da tristeza que ela é e renhonhó renhonhó. Mas a verdade é que estou cansada. E o pior é que o meu pobre cerebrozinho não está. E pensa e pensa e diz-me que podia estar a produzir mais e a fazer isto e aquilo e que tem tantas ideias brilhantes e que eu não as concretizo. Tenho as ideias em fila indiana, prontas a descer o enorme escorrega que vai da minha cabeça até às minhas mãos. E estou cansada. Renhonhó.

9 de novembro de 2007

próximo quarto

Um jardim florido habitado por bichinhos sorridentes.

26 de outubro de 2007

espécies

Um dos "defeitos de fabrico" dos optimistas é não perder a esperança. Eu tenho esperança na Humanidade, acredito que temos remédio. Nada é mais eficaz do que deixar o futuro nas mãos das crianças. E eu sei que faço a minha parte, quanto a isso.

Uma vez ouvi num documentário, talvez as palavras mais sábias que alguém disse sobre o respeito pela mãe Terra. Escrevi-as e enviei-as à minha prima (ainda as tens Rité?) mas perdi o papel tão precioso. A essência ficou-me na mente e no coração. Um homem que viveu muito tempo a observar animais nos seus ambientes naturais, disse que nós, humanos, precisamos de reeducar o nosso olhar perante as outras espécies. Sem comparações nem julgamentos, sem olhar a tamanhos, formas ou raças. Sem "mais inteligentes", "mais capazes" ou "mais fortes". Simplesmente animais. Todos juntos a lutar por sobreviver, no mesmo planeta.

Na foto: um desenho feito por encomenda para uma das minhas amigas do Flickr. Espero que ela goste.

6 de outubro de 2007

frasco do arroz

Poucas coisas me dão tanto prazer como desenhar.

27 de abril de 2007

o lixo é relativo

Acabo de chegar do médico. Levei uma injecção e pensei muito na minha Mamã e na minha Cilu que também já me deu a mão para eu apertar com muita força durante o suplício.

Enquanto eu e o Bruno estivemos moribundos, houve dois montes que cresceram consideravelmente na nossa casa: o da louça suja na pia e o de cotão pelo chão. Aliás, o cotão teve direito a cordilheiras.
Entre as minhas tossidelas nocturnas e os golinhos de água de olhos fechados, ouvi gargalhadas de puro divertimento, não sei vindas de onde. Sei que o Anjinho tirou os sapatos e ajudou a Ovelha a ver-se livre do molho de chaves. Depois foi aproveitar antes que a manhã chegasse e eu ou o Bruno pegássemos no aspirador.

24 de abril de 2007

desculpa

Um dia destes os meus óculos "de ver" sumiram. Como nem costumo usá-los, deixei que o anjinho se divertisse com eles. Mas o pior estava para vir.

O Anjinho disse à Ovelha: "Olha, queres ver o que encontrei? Vê-se tudo torto. Ora espreita."
Divertiram-se os dois, um em cada lente. Riram-se muito do facto de eu só ser pitosga de um olho. Às tantas o Anjinho decidiu voar com os óculos e ver a ovelha de lá de cima. "Espera, aposto que a vista daqui ainda é mais cómica! Ahahahahah!" E quando acenou à Ovelha, enquanto fazia caretas, os óculos caíram-lhe. Uma das hastes saltou e os dois ficaram em estado de choque.
"Ovelha - O que fazemos agora?
Anjinho - Eu... eu não sei!" - e começou a chorar.


Encontrei os óculos e a respectiva haste no carro, por baixo do porta-luvas. Logicamente já conduzi com eles mesmo assim, atravessados na cara. E trouxe-os para casa sem haste.
Hoje encontrei um bilhete junto a eles.


Não entendo como ele conseguiu escrever com um lápis que tem o dobro da sua altura. Fiz uma oração: Anjinho das coisas perdidas, não faz mal. Não chores mais.

18 de abril de 2007

1 desenho por dia

De todos os desenhos e pinturas que fiz até hoje, os de que mais me orgulho são os que fiz há mais de 20 anos.
Já perdi a conta aos e-mails que enviei para editoras a pedir uma entrevista ou que espreitem o meu portfólio. E é por não ter recebido a tão desejada resposta que penso em fazer eu as coisas. Assim que sair das escolinhas vou ter tempo para fazer os meus próprios livros, até porque os sei fazer de capa dura :) E para chegar a Junho com muitas ilustrações, decidi lançar a mim mesma um desafio: um desenho por dia. Talvez assim, daqui a um ano, alguma editora me preste um pouco mais de atenção.